Expansão nos Pontos de Vacinação
A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) ampliou os locais de imunização contra bronquiolite, disponibilizando o anticorpo nirsevimabe, que protege bebês e crianças contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador da doença. Agora, além do Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais (CRIE), mais nove unidades de saúde estão aptas a oferecer o imunizante, facilitando o acesso para as famílias da capital.
Desde o início do ano, a campanha já aplicou mais de 1,2 mil doses na cidade. A iniciativa da prefeitura visa aumentar a cobertura vacinal entre o público-alvo e garantir que mais crianças tenham acesso a essa proteção.
Quem Pode Ser Vacinado?
O anticorpo é indicado para bebês prematuros — nascidos com até 36 semanas e 6 dias — que tenham menos de 6 meses e já receberam alta hospitalar. Além deles, crianças de até 2 anos com comorbidades também podem receber a vacina. Essas comorbidades incluem cardiopatias congênitas, doença pulmonar crônica da prematuridade, imunodeficiências, fibrose cística, doenças neuromusculares, anomalias das vias aéreas e síndrome de Down.
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Avaliação Necessária para Vacinação
O atendimento nas novas unidades de vacinação requer uma avaliação prévia da saúde da criança, que será realizada pela equipe do CRIE, responsável por definir a indicação e a dosagem do imunizante. É importante que os responsáveis estejam atentos a essa etapa, pois a aplicação do nirsevimabe depende dela.
Imunização Durante a Internação
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Bebês prematuros que nasceram em maternidades como o Hospital Metropolitano Odilon Behrens, Risoleta Tolentino Neves, Sofia Feldman, Santa Casa, Odete Valadares e Hospital das Clínicas podem receber a dose ainda durante a internação. Outras maternidades também têm a possibilidade de solicitar a vacina ou encaminhar os bebês para a imunização após a alta hospitalar.
Documentação Necessária para a Vacinação
Para realizar a vacinação, é essencial apresentar alguns documentos: o responsável deve levar um documento de identificação com foto, certidão de nascimento, CPF e o cartão de vacina da criança. No caso de crianças com comorbidades, é necessário apresentar laudos ou exames que comprovem a condição de saúde. Os critérios seguem as orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.
