Turnê Barão Vermelho Encontro ganha reforço em Belo Horizonte
A turnê Barão Vermelho Encontro adicionou uma nova data em Belo Horizonte. Depois de esgotar os ingressos para o show programado para 26 de setembro, a banda anunciou uma apresentação extra no Arena Hall, marcada para 27 de setembro, às 21h. Os ingressos estão à venda a partir de R$ 127,50 pela plataforma Eventim.
Formação original e convidados especiais no palco
O espetáculo reúne Roberto Frejat, Guto Goffi, Mauricio Barros e Dé Palmeira, todos integrantes da formação original do Barão Vermelho. Além do quarteto, o guitarrista Fernando Magalhães, que se juntou ao grupo em 1985, também participa como convidado especial, reforçando a conexão com diferentes fases da banda.
No repertório, o público poderá ouvir clássicos que marcam a trajetória do grupo, como “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, “Por Você”, “Bete Balanço”, “Pro Dia Nascer Feliz”, “Maior Abandonado”, “Puro Êxtase” e “Codinome Beija-Flor”.
Frejat celebra 44 anos de carreira com a turnê
Roberto Frejat relaciona a reunião da banda com a comemoração de seus 44 anos de carreira. Ele destaca que a turnê tem um significado especial, pois o Barão Vermelho é o ponto de partida de sua trajetória musical.
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“Estou completando 44 anos de carreira e tenho planejado projetos para celebrar esse marco. Não tenho como comemorar essa data sem passar pelo Barão Vermelho, que foi o início de tudo. Essa turnê de encontro tem um sabor especial e é o ponto de partida para outros voos”, afirma o músico.
Retorno às origens com a formação original
Fundado nos anos 1980, o Barão Vermelho se destacou por unir diferentes influências musicais. Dé Palmeira trouxe elementos da música brasileira, enquanto Frejat incorporou o blues. Mauricio Barros e Guto Goffi tinham o rock como base principal.
A formação original marcou época ao lado de Cazuza, cuja presença é lembrada através das letras e músicas que permanecem no repertório. Mauricio Barros ressalta a importância da convivência dos primeiros anos na nova turnê.
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“É especial fazer essa série de shows com nossos amigos Dé e Frejat. Será como no início, nos primeiros ensaios, ainda na sala da minha casa, mesmo antes da chegada do Cazuza. Apesar de não o termos no palco, ele estará bem representado por suas letras e músicas”, explica Mauricio Barros.
Guto Goffi também remete ao começo da banda e à ausência de Cazuza, que ainda emociona o grupo.
“Esse encontro da formação original me traz muitas boas lembranças daquela época de 1982, quando estreamos nacionalmente. Os bons filhos à casa tornam e confesso que o Cazuza não estar entre nós hoje em dia ainda mexe bastante conosco. Vamos viver isso para o nosso bem e para o de todos”, acrescenta o baterista.
